TOXICOVIGILÂNCIARetornar à página Inicial


Existem várias definições para o termo Toxicovigilância.

Na França, o Decreto 462 de 2003, define como “a atividade que tem por objetivo a vigilância dos efeitos tóxicos ao homem de um produto, de uma substancia ou da poluição a fim de desencadear ações de alerta, de prevenção, de formação e de informação”. http://www.toxicovigilance.org/

A Organização Mundial da Saúde (OMS) define-a como “a observação e avaliação ativa dos riscos tóxicos e fenômenos na comunidade – uma atividade que deve resultar em medidas capazes de reduzir ou remover os riscos. Então seu principal objetivo é a prevenção”.

Já DESCOTES & TESTUD, em 2005, relatam que “o conceito de Toxicovigilância encampa a detecção ativa, validação e o seguimento de eventos clínicos adversos relacionados a uma exposição tóxica em seres humanos”.

Algumas vezes de forma errônea, entende-se por Toxicovigilância, apenas a análise estatística dos casos e exposições relatados aos Centros de Intoxicações, visando apenas à confirmação de quão ruins as substancias são.

A Toxicovigilância deve ser muito mais que isto. Ela deve representar a vigilância que já existe para os medicamentos e para os cosméticos, para todos os demais produtos químicos de uso doméstico e ocupacional para os quais não existe um sistema de vigilância específico.

Vamos pegar o exemplo de um inseticida de uso doméstico, à base de piretróides. A concentração de inseticida neste produto é muito menor do que o mesmo produto usado na agricultura. Assim seus riscos e efeitos nocivos serão distintos, bem como as formas de gerenciamento e prevenção também o serão.

O mesmo exemplo pode ser utilizado se pensarmos no veneno mais poderoso que conhecemos que é a toxina botulínica. Se comermos um palmito contaminado com a toxina, teremos uma intoxicação muito grave senão fatal. Já a mesma toxina utilizada com fins estéticos para atenuar as rugas da idade, embora seja a mesma substancia tem riscos diferentes e o manejo também será diferente.

Desta forma é extremamente importante, que ao colocar-se um produto no mercado, inicie-se um programa de Toxicovigilância, visando identificar se existe algum grupo populacional mais sensível, se a modalidade de uso é adequada e se as informações contidas no rótulo são suficientes para evitar-se o uso inadequado e os acidentes com o produto.

Isto aplica-se desde detergentes e sabões em pó até produtos químicos de uso industrial, passando por inseticidas, limpadores, branqueadores, desinfetantes, adesivos, tintas e outros produtos químicos aos quais a população está constantemente em contato.

A Toxiclin, está pronta para atender todas as suas necessidade e expectativas relacionadas à Toxicovigilância, desde um treinamento "in company" para sua equipe, até o desenvolvimento de uma operação completa para sua empresa.

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